ATO SHOW POP GOIABA

“QUEM NÃO SE COMUNICA SE ESTRUMBICA”
ATO SHOW POP GOIABA


Mobilização para 1a Conferência Municipal/Estadual/Nacional de Comunicação

Dia : 22 de junho 2009
Local: Praça de São Domingos
Horário: 18 horas às 22 horas

Artistas  Movimento Pop Goiaba:

Zé Katimba & Inácio Rios
Claudio Salles & os @liens,
Via Jah
Giras Gerais
Johanne Russel
Pedra Sonora
Lado B do Baul

Poesia com : Beatriz Provazi e Rafael Pimenta.

Intervenções e Vídeos : Arte Jovem Brasileira e Ricardo Pimenta (Galeria  do Poste) .

Varal de notícias com: Brasil de Fato, Fazendo Media, Jornal "O Cidadão" da Maré, Surgente, Vírus Planetário, Fanzine "O Berro".

14h às 17h – Audiência Pública Pró-Conferência Estadual de Comunicação na ALERJ ( Praça XV). A mesa será composta por representantes da Alerj, Governo do Estado, Ministério Público, Câmara dos Deputados e Comissão Rio-Pró Conferência.
Após os pronunciamentos da mesa, autoridades e representantes de entidades presentes poderão fazer o uso da palavra.
 
ATO SHOW POP GOIABA

Arte, cidadania e comunicação. Venha participar deste ato/show histórico pela mobilização popular entorno da 1a Conferência Municipal/Estadual/Nacional de Comunicação . Venha fazer a sua parte e fortalecer a movimentação em torno da democratização dos meios de comunicação no Brasil . Um festa de muita diversidade com MPB, Rock, Samba, Reggae e poesia. A idéia do evento é chamar  a atenção para 1ª Conferência Nacional de Comunicação será realizada nos dias 01, 02 e 03 de dezembro de 2009, com o tema “Comunicação: meios para a construção de direitos e de cidadania na era digital”. Em todo o país, 23 Comissões Estaduais instituídas buscam envolver a sociedade em todas as etapas, municipais e estaduais do processo de construção da Conferência. São espaços de mobilização e organização dos movimentos populares e organizações sociais. Mais de 400 entidades já se engajaram.


Conheça as atrações do show :

 

Zé Katimba :
Único fundador ainda vivo da Imperatriz Leopoldinense teve sua vida retratada na Novela Bandeira 2 de Dias Gomes e o seu personagem interpretado por Grande Otelo. Com mais de 800 composições gravadas, figuram entre seus parceiros nomes como, Martinho da Vila (o mais antigo e constante), Inácio Rios (seu filho), João Nogueira, João Donato, Jorge Aragão, Alceu Maia, entre outros . Se não bastasse tudo isto Zé Katimba

Inácio Rios:
Filho de Zé Katimba, om 11 anos foi chamado por Martinho da Vila para interpretar duas faixas no CD “Butiquim do Martinho”. Neste, mostrou seu lado compositor na música “Se Deus Quiser” em parceria com o pai. Em 1997 recebeu o prêmio de “Revelação da MPB”, pela OMB, como cantor e compositor. Disputou em 2004, aos 19 anos, um samba enredo na Escola de Samba Mocidade Independente de Padre Miguel para o carnaval de 2005, com outros dois parceiros e sagrou-se o mais jovem campeão de samba enredo da história dos carnavais.

Via Jah :
A banda Via Jah foi formada em maio de 2001 em Pendotiba (Niterói) com o objetivo de desenvolver um estudo sobre Reggae devido a vontade de criar músicas próprias e através delas poder expor os pensamentos sobre a vida, o mundo, os problemas sociais, a natureza, fatos vividos no cotidiano e as belezas de nossa cidade.
O ponto forte da banda são as suas composições próprias com pitadas de psicodelia e dub nas guitarras, grooves marcantes de reggae no baixo e bateria e a grande presença de palco no vocal, fazendo um estilo próprio bem diferente e autêntico, com influências do reggae jamaicano, do rock e do blues.

 
Claudio Salles & os @liens:
Guitarrista, cantor e compositor já teve música gravada pelo blues man Celso Blues Boy . O trabalho de Cláudio Salles transcende os conceitos vigentes. Felizmente ainda não criaram uma definição que identifique, com precisão, a grandeza de sua obra por um motivo bem simples: a sua obra está várias oitavas à frente de todos os tempos. Como a obra de Kubrick (Santely), Townshend (Pete), Glauber, Mautner, Einstein. Exagero? Nenhum. Passo a passo venho acompanhando o trabalho guerrilheiro desse extraordinário compositor, instrumentista, arranjador, líder pós-anarquista do Movimento Pop Goiaba, poeta neo-beat, fala mansa, ataques de ira quando o assunto é “mediocridade cultural”, camaradagem, sublimação, generosidade. Isso é um pouco do Cláudio Salles.”Luiz Antonio Mello ( Jornalista e Fundador da Rádio Fluminense FM ).


 


Johanne Russel:
Personalidade forte, domínio do palco e coragem para fazer o que gosta são as definições para a cantora brasiliense/Niteroiense Johanne Russell, a YO-YO. Sua voz sedutora interpreta canções escolhidas a dedo. Novos compositores como Giovanni Mazziota e Claudio Salles é o foco principal de seu trabalho, além das suas próprias músicas, que traduzem a sua essência cosmopolita. Johanne Russell se deixa influenciar criativamente pelo melhor da Bossa Nova, do jazz, do Rock, da folk music e das guitarras distorcidas da Tropicália.




 
Pedra Sonora:
Liderada por Vitor Salles (guitarra e Vocal) e Rodrigo Rodrigues ( Gaita, Baixo e Vocal) o grupo  tem origem na banda viramundo lançada no cd coletânea do Movimento Pop Goiaba lançado em 2000. O repertório é composto de Rock rurais, existencialistas, swingados e ecológicos.


 
Giras Gerais
por Giras Gerais é conhecida a banda formada em Niterói desde meados de 2007, comprometida com um projeto que relaciona uma poética afirmadora da vida, um plano de conexões híbridas de ritmos e sons em geral praticados em muitas partes do planeta e um teatro-dança de linguagens impetuosas e misteriosas.


Você músico que sofre com o Jabá das rádios e não tem espaço para mostrar o seu trabalho. Você cidadão que não consegue ouvir rádio e nem ver Televisão porque acha o conteúdo apresentado abaixo da crítica, você que não compra tapete e joias pela televisão, você que não suporta mais ver pastores e outros falsos profetas enganarem o povo por dinheiro e pregarem o preconceito e a intolerância, você que nunca viu um avião cair por culpa de rádio comunintárias mas não entende porque tanta campanha contra elas, você que tá ”cansado de tanta babaquice, tanta caretice e desta eterna falta do que falar” venha e participe :

A Conferência tem como tarefa fazer uma analise geral da realidade da comunicação no país, e a partir daí, produzir novas propostas, novas políticas públicas e reformular o marco regulatório das comunicações.

Saiba mais sobre a Conferência Nacional de Comunicação :
(Texto retirado do site do Intervozes)

Já em relação ao conteúdo, entendemos que as propostas apresentadas pelo setor progressista da sociedade civil na 1ª Conferência devem ser fruto do acúmulo histórico dos movimentos envolvidos na luta pela democratização da comunicação. Em especial, destacamos:

    * As propostas elaboradas no bojo dos debates realizados pelo Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação;
    * No campo das concessões, aquelas elaboradas no âmbito da “Campanha por Democracia e Transparência nas Concessões de Rádio e TV” e no âmbito da subcomissão de outorgas da Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática da Câmara dos Deputados, presidida pela deputada Luiza Erundina e relatada pela deputada Maria do Carmo Lara;
    * No campo da radiodifusão comunitária, aquelas elaboradas pela entidade representativa do setor, Abraço, e por entidades de apoio às rádios, como a Amarc;
    * No campo do controle social do conteúdo, aquelas defendidas pela Campanha pela Ética na TV e todas as organizações que a integram, como o conjunto do movimento dos psicólogos organizados no CFP e nos CRPs;
    * No campo do fomento à produção nacional e independente, aquelas defendidas por entidades como ABPI-TV, Congresso Brasileiro de Cinema e Associação Brasileira de Documentaristas (ABD);
    * No campo das TVs públicas, aquelas elaboradas no I e II Fórum de TVs Públicas, encampadas por ABTU, ABCCom, Abepec e Astral;
    * No campo das rádios públicas, aquelas acumuladas historicamente pela Arpub;
    * No campo do movimento estudantil, aquelas elaboradas historicamente pela ENECOS – Executiva Nacional dos Estudantes de Comunicação Social e pela UNE;
    * No campo da educomunicação, aquelas elaboradas sobretudo pela Rede CEP e por entidades como o NCE-USP e o Instituto Paulo Freire;
    * No campo da luta feminista, aquelas elaboradas por redes como a Marcha Mundial das Mulheres, a Articulação de Mulheres Brasileiras e a Articulação Mulher & Mídia, cujo foco de atuação é o controle social da imagem da mulher veiculada nos meios de comunicação;
    * No campo da luta por igualdade étnica e racial, aquelas elaboradas pelo conjunto de entidades do movimento indígena e pelo movimento negro, através de organizações como o MNU, o CEERT e o Instituto de Mídia Étnica, da Bahia;
    * No campo da luta pela liberdade de orientação sexual, aquelas tratadas pelo conjunto de entidades do movimento LGBTT;
    * No campo da defesa dos direitos humanos, aquelas acumuladas pelas diversas organizações e redes do setor, em especial o FENDH e o MNDH;
    * No campo da defesa contra a criminalização e a invisibilidade dos movimentos sociais, aquelas acumuladas por articulações como a Coordenação dos Movimentos Sociais (que reúne entidades como CUT e MST) e Assembléia Popular;
    * No campo de defesa dos direitos das crianças e adolescentes, aquelas defendidas por entidades como o Instituto Alana e a Rede ANDI, que têm liderado movimentos amplos nessa área, além de espaços de produção e formação como a Rede de Jovens Comunicadores, organizada em torno do Projeto Revista Viração;
    * No campo das propostas para os veículos alternativos e a mídia livre, aquelas elaboradas pelo Fórum de Mídia Livre;
    * No campo da internet e da inclusão digital, aquelas elaboradas nas Oficinas de Inclusão Digital e pelos movimentos que se organizaram a partir da reação ao projeto de crimes digitais do Senador Azeredo;
    * No campo da propriedade intelectual, aquelas defendidas pelo conjunto de movimentos e organizações que promovem o acesso à informação e à cultura, como o GPOPAI-USP, a FGV-RJ e o movimento Música Pra Baixar;
    * No campo dos direitos trabalhistas, aquelas defendidas pelo conjunto dos sindicatos, em especial dos Radialistas e Jornalistas, e suas federações, Fitert e Fenaj;
    * No campo das telecomunicações, aquelas defendidas por entidades de defesa do consumidor como Idec e Pró-Teste e pelos trabalhadores do setor, organizados na Fittel.


Além disso, é preciso aproveitar o acúmulo das instituições acadêmicas que acompanham essa luta há décadas e que passaram pelos principais momentos da história recente, como a Constituinte. Destaca-se aqui o Laboratório de Políticas de Comunicação da Universidade de Brasília e experiências como o Observatório de Mídia Regional, da UFPE. Há que se considerar também o conjunto de propostas e elaborações do Ministério Público Federal, em especial do Grupo de Trabalho de Comunicação que se organiza em torno da Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão.

Escrito por Dionnara às 11h50
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