TRÂNSITO DE HEROÍNA NAS BASES

O sol nascente redundou nas bases em linhas de montagem para o trânsito de heroína.

O caso Cachoeira lembra a antiga discussão sobre a possibilidade, ou não, do Ministério Público poder realizar investigações por conta própria.

                 O jogo do caça níqueis não passa apenas por máquinas de azar, mas pela prostituição e exploração sexual de crianças e adolescentes que, chantageando laranjas, conseguem ascender na escalada social.

                O Programa Global de Prevenção e Combate ao Tráfico de Seres Humanos – TSH – há muito investiga tanto a discriminação de prostitutas; quanto o poderia do mercado neoliberal em perpassar o Estado para corromper todas as instâncias dos Poderes Públicos Constituídos. Isso, repito, a custa de chantagens de grupos de extermínio, com ameaça real de vida.

                É nesse link que as máquinas caça níqueis, ou prostitutas em busca de novas oportunidades econômicas, precisam do COAF e da Receita Federal para rastrear a lavagem de dinheiro, resguardando a vida dos ameaçados, para descriminalizar a maioria da população criminalizada, marginalizada, analfabeta e pobre que ocupa o sistema penal.

 

Dionnara Castro é sócia da empresa Solidariedade Ativa.

               

Escrito por Dionnara às 14h43
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A ARTE DA LEITURA

                    Estamos nas ruas, com o policiamento comunitário, visando descriminalizar o varejo dos crimes transnacionais e lutando para que a ciência médica produza órgãos artificiais, ou seja, passe a alimentar transplantes dos países ricos, no capitalismo selvagem, canibal, sem precisar exterminar a população.

                Nos Estados Unidos da América - EUA - frequentamos escolas, igrejas, aulas de academia, shoppings, não necessariamente nessa ordem.

                Os psicanalistas, com a arte de escutar, em sigilo, as mazelas da sociedade tradicional, ocupam-se em serem solitariamente solidários.

                A tradução do Português (Portugal, Brasil e África) aos EUA tem sido melhor traduzido pela imprensa, na lógica transversal, na medida em que a corrupção perpassa todos os Poderes Públicos Constituídos.

                Nessa aventura de descriminalizar o varejo de drogas, busca-se desfazer o conceito de guerra, já que a paz só é encontrada na experiência da morte, o que não há, a não ser pela experiência dos outros. Também desfazer o conceito de guerra e de intolerância.

                Exercitar a paciência e aceitar aqueles que querem fazer a carreira da família em nada impede que se chegue ao quinto império, ou seja, ao budismo, o qual consiste em praticar a levitação, por meio da indiferença, percebendo que lados opostos são iguais e, a partir daí, as escolhas são políticas.  

 

São os mais sinceros votos,

 

Dionnara Castro.

Escrito por Dionnara às 17h43
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MOVIMENTO

 POR UM ASSENTO NA ONU

 

                O Brasil teria importante função de questionar a legislação - que versa sobre a criminalidade transnacional terrorista e mafiosa (trânsito de armas, drogas e órgãos) das ONU, – Organização das Nações Unidas, fato que perpassa todas as classes sociais.

                Associando livremente, na França, Hollande tenta ressuscitar ou inventar o socialismo frente ao capitalismo selvagem. Disso, a importância da Presidenta vetar o novo Código Florestal.

                Quanto às cotas raciais, de acordo com a Professora Suely Almeida, a questão é sócio-econômica, cultural e de direitos. É dessa desigualdade histórica que se trata.

 

São os mais sinceros votos,

 

Dionnara Castro.

Escrito por Dionnara às 15h07
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CANNABIS

 

                    A maconha, ou a marijuana, é uma droga leve que sobredeterminou uma geração. Pode causar o uso de drogas pesadas e causa sequela na memória.

                No Estados Unidos da América, a cannabis é permitida em alguns lugares, para fins lúdico-recreativos e médicos, no caso da gastrite, por exemplo.

                As substâncias psicoativas criminalizadas, ou não, podem ser tratadas, em sigilo, sem fins de abstinência. Esse é papel da Rede de Redução de Danos, cujo link, nesse blog, está indisponível, por causa dos hackers.

                Essa leitura não busca bodes expiatórios, apenas tece uma teia que perpassa todas as classes sociais, demonstrando a lavanderia que é o Brasil, frente aos países ricos, de acordo com o Instituto Brasileiro Giovanni Falcone.

 

Dionnara Castro é psicóloga, psicanalista e escritora.

Escrito por Dionnara às 17h21
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HONESTAMENTE

 

A tradução do Português ao Inglês passa necessariamente pelo respeito aos Direitos Humanos, pela respeito à linguagem construtivista portuguesa, vetorizando do concreto ao abstrato.

O Estado de exceção é decorrente da Lei da Autoanistia, da Lei de Segurança Nacional da década de 60, do nazismo, incluindo o trânsito de drogas, armas e seres humanos, o que precisa ser revisado pelo Brasil, via assento de Segurança na ONU – Organização das Nações Unidas.

A vulgarização dos ícones de Direitos Humanos, com a perda da privacidade, cria um Estado de permanente execução sumária, traduzindo o terrorismo que é terrorismo de Estado. Portanto, é necessário rever o golpe militar no Brasil, resgatar a memória dos mortos e desaparecidos políticos, o que faço, nesse momento, encaminhando este texto.

Por exemplo, é preciso inventar uma Democracia – no sentido americano – que não há em país algum. Esse é o papel das Forças Armadas na Liga Árabe em estado de transição. Outro exemplo são as Forças Armadas Colombianas – FARC - que usam a camuflagem das Forças Armadas, denunciando a transversalidade do Estado.

É preciso desconstruir o conceito de guerra às drogas, a tolerância zero, a matança das plantas próprias da cultura de cada país, pela Constituição, que zela pelo conceito de Autodeterminação dos Povos e Soberania.

A cooperação internacional, de acordo com a difusão, precisa respeitar o conceito de Estado-Território-Nação.

 

São os mais sinceros votos,

Dionnara Castro.

Escrito por Dionnara às 14h54
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A sociedade de consumo

     e a Política do RRR

   A disputa eleitoreira nos Estados Unidos realmente terá o reality show como arma republicana.  De acordo com a imprensa, o Presidente Obama e a Presidenta Dilma Rousseff terão próximo encontro na Colômbia.

           Poderão perceber a atrocidade da perda de ideologia das Forças Revolucionárias Colombianas – FARC -, na transversalidade do falido plano de guerra às drogas, que perpassa a legislação internacional das Organizações das Nações Unidas – ONU - da década de 60.

           Ainda não fica nítido se Barack Obama tratará de temas polêmicos como o aborto; a legalização de substâncias psicoativas criminalizadas; a luta contra o terrorismo - que é terrorismo de Estado -; e versará sobre as sequelas do golpe militar na América Latina, cuja consequência nefasta é a Lei da Autoanistia no Brasil.

          Diferentemente do Brasil, nos Estados Unidos a legislação que versa sobre tais substâncias são federativas e não têm extensão nacional.  Por exemplo, a maconha pode ser usada em alguns Estados para fins médicos e lúdico-recreativos, mas não em outros. Portanto, ambos lados, republicanos e democratas – no sentido americano -, deverão atuar juntos aos demais Poderes.

         Pode-se dizer que restou a sociedade do capitalismo selvagem o consumo e a referência ao Deus Capital. Esse ciclo vicioso de uso descartável precisa contemplar a Política dos RRR: reduzir, reutilizar e reciclar.

 

                Dionnara Castro.  

Escrito por Dionnara às 15h31
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PELA VIDA, PELA PAZ,

TORTURA NUNCA MAIS!

Hoje, às 18h, na sede da Ordem dos Advogados do Brasil – OAB – comemora-se a 24ª. edição da Medalha Chico Mendes de Resistência pelo Grupo Tortura Nunca Mais – RJ – link aqui ao lado.

É exemplar conviver com esse Grupo que forma cidadãos e deixa-nos o compromisso de revirar pulsão de morte em pulsão de vida pela luta histórica de aplicabilidade dos Direitos Humanos.

Diria o Professor Pinaud que pensamos em viver com Direitos Humanos e somente encontrar flores e belos caminhos. Ledo engano nosso, reafirma ele. Deparamo-nos com cenas de horror. E lançar olhares de horror às cenas cotidianas é tarefa básica de cada um de nós.

A humanidade adapta-se facilmente as mazelas próprias da espécie, de maneira que não devemos nos deixar levar pelo senso comum, assumindo as consequências de quem ainda sente repulsa a corrupção sistêmica, a fome, a degradação, a humilhação de uma maioria pobre e marginalizada.

 Sem assistencialismos, ou hipocrisias, também sabemos de nossas sequelas. Defensores de Direitos Humanos são artistas do viver. Pessoas extremamente fortes em permanecer na luta, da forma como se é possível, mas frágeis por serem uma minoria.

Minoria que vê na espécie o que Freud sempre falou. O mal-estar é inerente. As ferramentas humanas, decorrentes da linguagem, é que fazem a diferença.

Boa festa e parabéns ao GTNM – RJ, sempre, mais uma vez.

Dionnara Castro, presente!

Escrito por Dionnara às 17h11
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FRANÇA EXECUTA PENA DE MORTE

            De acordo com a imprensa, o Estado Francês decretou pena de morte ao serial killer Mohamed Merah, de 24 anos que faria parte de células terroristas.

         Da mesma maneira, foram mortos novamente membros das FARC que haviam se comprometido em não mais realizar sequestros e que perdem a legitimidade ao distanciarem-se de suas posições ideológicas.

         Com efeito, pela proximidade entre Colômbia e Brasil, inclusive na adoção da política guerra às drogas, de cunho republicano americano, deve-se lembrar que essa mobilização tem repercussão em território nacional.

         Associando livremente, é bom lembrar que ditaduras árabes precisam ter a consolidação das transições democráticas, perguntando-se, afinal de contas, qual país realmente vive numa democracia.

 

Dionnara Castro.

Escrito por Dionnara às 13h10
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PSICOPATIA AMERICANA

 

A psicopatia de atiradores americanos está a contaminar outros países. Também de nada adiantará provocar o Irã, com bases em Israel. É hora de desconstruir a guerra do ópio, desconstruir Guantánamo e romper com a legislação do guerra às drogas, ou de tolerância zero, herdadas do Governo Bush.

Houve recente discussão sobre o tema com participação de diversas autoridades, inclusive nosso ex-Presidente Fernando Henrique Cardozo, para se ter uma idéia da nossa limitação constitucional, quanto ao direito à Soberania e à Autodeterminação dos Povos. É sobre isto que versará o Presidente Evo Morales, com seu Ministério da Agricultura, ao defender o uso da folha da coca, considerando a perspectiva histórica, cultural e econômica de seu país.

Se o socialismo nunca houve, ou não deu certo; o capitalismo selvagem, ou a era do Deus Mercado, do neoliberalismo, mostra suas consequências com a violência e a banalização da corrupção. É preciso lançar olhares de horror.

Dionnara Castro.  

 

Escrito por Dionnara às 10h50
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OS NOVOS DESAPARECIDOS POLÍTICOS

Enquanto atentados acontecendo na ditadura Síria; com mais multas à Chevron, em Campos, Estado do Rio de Janeiro; e o Supremo Tribunal Federal a colocar em pauta a Lei da Autoanistia teremos uma próxima semana assustadora, à mercê das chantagens, principalmente, àquelas decorrentes da Lei de Segurança Nacional da década de 60.

Não se trata apenas da memória dos perseguidos políticos à época da ditadura, sequestro e desaparecimento, como no caso das acusações ao Coronel Curió, mas de vilipêndio de cadáveres.

Os novos desaparecidos políticos são meninos (as) e jovens provenientes do chamado varejo do tráfico de drogas, que constam oficialmente de autoresistência. Com todo direito de lutar pelos seus direitos salariais, a polícia precisa tornar-se cada vez mais comunitária para não ser algoz dos crimes perpetuados pelo Estado.

 

Dionnara Castro.

Escrito por Dionnara às 13h54
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OS DIREITOS HUMANOS

 

              

NA CONTEMPORANEIDADE

 

        

          No contexto do capitalismo selvagem, a constante captura dos Defensores de Direitos Humanos perpassa desde a banalização da corrupção, ate o descrédito de pesquisas, estudos, promovidos por institutos, organizações não governamentais, núcleos acadêmicos e etc.

         O termo comércio de vidas é muito mais amplo que tráfico de seres humanos. Enquanto o primeiro consiste na sistemática criminalização e marginalização de tais Defensores; o segundo consiste no aliciamento, confisco de documentação, criação de supostas dívidas, para fins de trabalho escravo, exploração sexual e tráfico de órgãos.

         Ambos têm em comum o mecanismo de enfrentamento dos crimes de colarinho branco, em especial, a lavagem de dinheiro.

         O mecanismo móvel das organizações criminosas consiste em direitos sócio-econômicos e culturais diferentes. Abstêm-se de punições ricos e poderosos; a classe média continua atuando de forma pendular; enquanto classes menos favorecidas são destinadas às instituições totais, presídios, por exemplo, sistema falido desde o século XIX.

         De toda a rede, não interessa nenhuma forma de descriminalização ou legalização dos ilícitos, na medida em que é na ilicitude que sobrevive toda essa espécie de criminalidade organizada do globo: trânsito de drogas, armas e seres humanos.

         Sofrem não apenas Defensores dos Direitos Humanos, a pobreza, como também o varejo e os usuários de substâncias psicoativas criminalizadas.

         A legislação atrasada; a presença militar-bélica – na redução dos deveres do Estado – somam-se a incapacidade de uma oposição sincera ao propor alternativas críticas.

         Pode-se dizer, enfim, que o crime compensa.

Dionnara Castro.

 

        

Escrito por Dionnara às 18h49
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POLÍTICA E ARTE

08 de março de 12

 

Segundo Freud, é impossível educar. O que existe é uma pedagogia e uma didática. Didática da invenção, como diria Manoel de Barros, se quisermos articular pedagogia e arte, onde pessoas humanas são consideradas idioformações, ou seja, espécie onde se sobrepõem cultura, corpo e vínculo original, esse último por indiferenciação, suspensão e escolha política, de onde surge a criatividade.

Criatividade essa que sugere a interatividade construtivista entre o eu e a cultura, numa transformação mútua. Dá-se o contínuo surgimento da singularidade que dialoga com o contexto, principalmente, no caso de crianças e adolescentes, seres em formação, onde as estruturas psicossociais ainda são menos estáticas.

Nesse espaço simbólico de intervenção conjuntural da arte, colocam-se o desafio dos pacientes psiquiátricos, cujas sequelas de tratamentos inadequados não os indispõem às suas lutas entre o e eu e a invasão do saber inconsciente; tanto quanto a possibilidade de trocar o desumano regime fechado pelas penas alternativas, no caso de pessoas humanas que cometeram infração. Afora esses, são os herdeiros dos conventos os personagens que ocupam as desastrosas instituições totais datadas do século XIX, sociedade onde vigiar e punir era a essência da constituição da própria sociedade.

Nesse contexto, não se dá apenas a observação, mas a observação participativa, da alteridade, onde se busca ressignificar a figura dos incluídos por fora do sistema da sociedade cifrada.

A questão que aqui se coloca é de como lidar não com aqueles que na têm opinião formada, ou com aqueles cujas indagações se sobrepõem as existências, mas, sim, com aqueles cuja posição política – por instituições totais – é permanente e presente, intervindo pela continuidade de práticas com atraso de dois séculos.

Os reféns dessa modalidade de pensamento precisam ser resgatados desse lugar para que não mais se tenha lucros, incluindo o trânsito de interesses, pela figura de pessoas humanas presas às situações de vulnerabilidade. É nisso que insistem os movimentos de Direitos Humanos, ponto mesmo onde encontram suas próprias limitações.

 


 Dionnara Castro.

Escrito por Dionnara às 21h08
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O MENSALÃO

 

  

À atenção do IBGF

 

             Saber atuar junto aos partidos mais antigos e aos que estão nascendo é uma dádiva de quem já dialogou com representantes da direita, esquerda ou centro-direita.

            O mensalão será apreciado pelas autoridades competentes, perpassando diversos partidos políticos e colaborando para o descrédito da população, junto à militância político-partidária.

 

            A Política Pública de Redução de Danos do Ministério da Saúde é concomitante ao processo de municipalização dos Direitos Humanos, na medida em que o ser humano só é planetário, a partir de sua própria cidadanida. Nisso, coloca-se a luta global contra o comércio de vidas, já que o tráfico de seres humanos consiste na sedução, apreensão de documentos e formação de supostas dívidas, a serem pagas com trabalho escravo, venda de órgãos e exploração sexual.

            Cidadania é um termo historicamente vasto e indica direitos e deveres previstos no instrumento máximo que é a Constituição. O exercício de desvalorização dos Direitos Humanos, a constante perseguição política e a figura do preso por consciência tem permeado um cenário que incita a separação entre direito de todos e direitos de acordo com a classe sócio-econômica.

            É nessa perspectiva que nasceram os Direitos Humanos como garantia internacional de Estados compromissados com o exercício da cidadania, segundo a tríade Estado-Território-Nação.

            A desvalia, o descrédito tem sido intencional, promovendo novas formações sócio-culturais-econômicas que desembocam em comportamentos novos.

            As consequências das palavras escritas não podem ser negadas. É nesse contexto que se provocam novas reflexões acerca dos laços afetivos em torno de ideais concebidos. Pergunta-se com qual intenção.

 

Em tempo: agradeço a todos os leitores, hackers, ou não, deste singelo blog. O e-mail para contato é diferocracia@uol.com.br

Dionnara Castro.

 

 

 

Escrito por Dionnara às 14h35
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UMA VITÓRIA DAS FARC

 

 

 

 

Será um vitória se as Forças Revolucionárias Colombianas – FARC - deixarem de sequestrar, manter em cativeiro, pessoas humanas. É triste que haja a vinculação, sem qualquer ideologia, das FARC com o narcotráfico, fruto de uma legislação atrasada das Organizações das Nações Unidas - ONU - e do Terrorismo de Estado não passado a limpo, tal qual a Lei da Autoanistia no Brasil. Se o Terrorismo é de Estado não podemos, ou devemos, repeti-lo de forma alienada. Os fins não justificam os meios, ensina o Professor João Luiz Duboc Pinaud.

As FARC, portanto, fazem parte de uma teia que se modifica com muita facilidade – ao contrário da burocracia estatal – , na qual se desenrola o crime transnacional mais lucrativo do globo, cuja a ponta do iceberg é o dependente químico e o varejo do tráfico, esse último que superlota o sistema penal: negros, jovens e analfabetos.

Numa livre associação, é repudiável o tratamento da gestão do Estado de São Paulo aos usuários do crack, excluídos, sim, ou digamos, incluídos por fora. O crack é uma droga nova, da qual se tem pouco saber, necessitando, por exemplo, de pesquisas sobre o perfil de tais usuários, quem são, porque incomodam tanto, utilizando as drogas nas ruas.

Nesse ponto, mais uma vez, as narcossalas, em conjunto com todos os demais Princípios da Redução de Danos seriam fundamentais. O problema de uso de substâncias psicoativas é de saúde pública e não de polícia.

 

Dionnara Castro.

Escrito por Dionnara às 11h33
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SOBRE A DROGADIÇÃO

 

                      Drogadição é a maneira, a forma, pela qual se estabelece vínculos com objetos de desejo.

                   O apaixonamento é uma forma de distorção da realidade; já o sexo pode ser usado como droga. Tenta-se chegar ao êxtase, ao cume, À Morte que não há.

                Só há a morte de outrem, sobre a qual não se tem registro na consciência dos sobreviventes, digamos assim.

                Aqui, se encontram os temas sexualidade – vida - , morte e gozos consistente e inconsistente.

                Eu quero mais uma dose. Pode ser que não. A escrita me sobrepõe.

Dionnara Castro.

Escrito por Dionnara às 00h57
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